domingo, 24 de dezembro de 2017

Boas Festas e Feliz 2018


Agradecemos imensamente sua presença neste ano de 2017 aqui no Blog da Cia. De Teatro Atemporal. Que DEUS venha lhe conceder um maravilhoso Natal e um estupendo Ano de 2018 para você, sua família e a todos que você ama!

Agradecemos a todos os comentários, mensagens de carinho e apoio a nossa companhia ao longo de todo este ano.

2018 será um ano muito especial para nós! Nossa companhia completará 10 Anos de existência e no NOME DO SENHOR JESUS estaremos de volta aos palcos com um espetáculo inédito!

E também estaremos lançando nosso Novo Logotipo e nossa Nova Identidade Visual!

Continue ligado aqui no Blog que passaremos tudo em primeira mão para você!

E claro... os Artigos de Bemvindo Sequeira, Novas Apostilas Gratuitas para download e Matérias Especiais estarão garantidas aqui em 2018!

"No mundo teatral, sou ATEMPORAL!"

Que DEUS te abençoe!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Novo Logotipo da Cia. De Teatro Atemporal


Apresentamos o nosso NOVO LOGOTIPO! Em breve uma nova identidade visual e o lançamento do Logotipo em Comemoração aos 10 Anos de nossa companhia! Muito obrigado pelo seu carinho e apoio aqui no Blog e no Facebook!

Em 2018 teremos muitas novidades! Que DEUS te abençoe! 

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Agora Só Ano Que Vem


Amigos queridos que me acompanharam por este ano de 2017: só tenho a agradecer a leitura e comentários que fizeram deste blog.

O carinho, as críticas, os apoios, e o estarmos juntos sempre.

Por hoje paro 2017. Vou tirar merecidas férias de fim de ano. Fugir do burburinho da época, e retornar em breve para mais um ano juntos.

Paz, prosperidade, e amor.

Um abraço e até 2018!

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Humor, Graça e Comédia

Como "Cerveró" no filme "Até Que a Sorte Nos Separe 3 "

Tive meu interesse despertado para o humor como estudo e compreensão após a leitura de uma série de artigos de Artur da Távola, em 1984. Até então, embora fizesse já comédias e humor, considerava isto uma coisa normal, sem muita elaboração e teorias. Um dom natural que eu havia recebido e que desempenhava como forma de ganhar meu pão.

Foi quando li Artur da Távola que tive meu interesse despertado para aprofundar-me mais n o estudo da comédia.

Artur divide o gênero em três estamentos distintos: O Humor, a Graça e a Comédia. (Título que mais tarde daria a um livro meu) . Mas não isenta o ator de trabalhar com os três gêneros num mesmo trabalho. Há momentos em que o ator usa apenas da graça, outros em que usa do humor e outros, da comédia, e há momentos em que ele usa um como trampolim para o outro, saltando, como um trapezista, e levando as emoções da plateia em seu salto.

Concordo com Artur da Távola. São três momentos distintos. O ator de comédias, em cena, ou o comediante, às vezes se desespera com a ausência da gargalhada, com o riso estridente, ininterrupto da plateia.

Já disseram que o riso é a dependência química do comediante. Ele é viciado em ouvir o riso da plateia. Se depender do comediante, a plateia não ficará um minuto sequer sem dar uma gargalhada, mesmo que para isto tenha ele que sacrificar o texto do autor, o direção e até os colegas em cena.

Aviso aos ansiosos, viciados na gargalhada do público: um momento silencioso na plateia pode estar cheio de Graça, como o sorriso da Monalisa. A plateia pode estar com este sorriso nos lábios e apreciando e engraçando-se com o espetáculo; pode estar com os dentes à mostra, num riso maior, pleno de humor, e, só depois, pode arrebentar em estrepitosa gargalhada, confirmando a comédia.

É assim que Artur dividiu em três níveis o Riso.

Estes três momentos, existem sempre nas comédias. São um em três. E são três, em um.

Este é o mistério do riso e da nossa profissão.

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Devemos Cultivar Nosso Jardim

Open Air Theatre, Londres - Inglaterra

Cheguei num tempo em que posso aconselhar a todos que cultivem um jardim. Um jardim pode ser cultivado mesmo numa pequena varanda do seu apartamento, e até mesmo em pequenos vasos no canto de uma sala.

Jardim não necessariamente significa os jardins do Palácio de Versalhes. Não precisa ser tão grande, nem sequer ostentatório. Pode ser apenas o seu jardim.

Cultivo um pequeno jardim na varanda do meu apartamento. Me faz muito bem à alma conversar com as plantas, cuidar delas, e vê-las crescer, verdejar, florir.

Enquanto cultivo meu jardim lembro-me sempre do romance “O Otimismo”, obra de Voltaire ( França 1759) que narra a história de um jovem, Cândido, vivendo num paraíso edênico e recebendo ensinamentos do otimismo de Leibniz através de seu mentor, Pangloss. A obra retrata a abrupta interrupção deste estilo de vida quando Cândido se desilude ao testemunhar e experimentar eminentes dificuldades no mundo. Voltaire conclui a obra-prima com Cândido — se não rejeitando o otimismo — ao menos substituindo o mantra leibniziano de Pangloss, "tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis", por um preceito enigmático: "devemos cultivar nosso jardim."É com esta frase que Voltaire termina o romance.

Apenas relembro Cândido, porque continuo otimista, apesar de toda desgraça e vilania que já vi nesta existência. E é por otimismo que cultivo um jardim, ouvindo as plantas e seu natural canto de amor à vida.

Se você ainda não tem, experimente cultivar um jardim. Vai ver como faz bem à alma.

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com