sábado, 28 de fevereiro de 2015

Nina Vence a Promoção "Somos Tão Jovens"


“Somos tão jovens” - alguns dizem por aí, outros argumentam dizendo que juventude é questão de espírito e de como encaramos a vida a nossa volta; que nunca percamos a jovialidade e possamos vivê-la de diferentes formas, seja através de uma CIA. DE TEATRO ATEMPORAL ou no próprio teatro que é a vida.

Esta foi a frase de Janaína de Souza Roberto (Foto Acima), escolhida como a frase mais criativa da Promoção "Somos Tão Jovens"! 

Nina vence a promoção e fatura um DVD Original e Lacrado do Filme "Somos Tão Jovens" (2013)!


PARABÉNS, Nina!

A Cia. De Teatro Atemporal também parabeniza a todos que participaram desta Grande Promoção e acreditam que nós fazemos, de fato, um teatro tão jovem, tão ATEMPORAL!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Últimos Dias da Promoção "Somos Tão Jovens"


A Promoção "Somos Tão Jovens" chega a sua reta final! No sábado às 18:00 horas, saberemos que é o grande vencedor, que vai receber como prêmio um DVD Original e Lacrado do Filme "Somos Tão Jovens" (2013)!


E você que ainda não se inscreveu, não pode ficar de fora desta GRANDE PROMOÇÃO!

Para participar, você deve conferir o Regulamento no link abaixo:


Criar uma frase de até 5 (cinco) linhas com as seguintes palavras:

CIA. DE TEATRO ATEMPORAL --- SOMOS TÃO JOVENS

Enviar a frase e os dados de sua inscrição para:

cia.deteatroatemporal@gmail.com

O autor da frase mais criativa receberá como prêmio um DVD do filme "Somos Tão Jovens"!

Participe agora! O resultado sai no sábado dia 28/02/15.

Foto: Divulgação - Fox Film, Imagem Filmes

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Olhai os Lírios dos Campos

Seguindo a filosofia dos posts desta semana relato o fato:

meu pai sempre foi um homem muito trabalhador, generoso, e jamais o vi queixando-se da vida.

Mas nunca juntou dinheiro. Motivo de angústia para minha mãe, que estressada cumpriu a genética familiar e faleceu cedo, aos 49 anos.

Aos 53 anos meu pai casou-se em segundas núpcias, e ainda teve mais tres filhos.

Aos 61 anos meu pai teve um derrame que o impossibilitou por um bom tempo.

Não se queixou, contador, trabalhou escriturando como pôde e manteve a família.

Jamais se queixou.

Para angústia de alguns, entre eles uma muito querida irmã, que propôs fazermos uma poupança para poder custear as despesas com o funeral quando ele morresse, já que ela não acreditava que ele deixaria qualquer dinheiro para tal.

Não concordei com o agouro e a idéia foi-se com ela, que estressada cumpriu a genética familiar e cedo faleceu, também aos 49 anos.

Meu pai sobreviveu a ela.

Aos 87 anos, após seu terceiro derrame, chamou-me e disse-me:

-Filho, estou cansado de viver. Já não consigo mais trabalhar. A mão não obedece mais. Não consigo mais escriturar. Eu vou morrer.

E no dia seguinte contradizendo as anteriores previsões de indigência, internei-o no Hospital Central do Exército - um dos filhos tornara-se Oficial de Patente- teve todos os tratamentos e cuidados sem onerar qualquer familiar, e ao morrer, teve da Arma direito a caixão e flores, que escolhi com apuro de um álbum que me foi mostrado pelo Oficial que cuida deste setor.

Pois que , quarenta e cinco dias depois de internado, consciente e entregue á Vontade essencial, falecia.

E ironia maior, ainda deixou troco deste funeral, às expensas do Exército, pois a quantia destinada às exéquias não fora de todo consumida.

Ao pé da sua sepultura lembrei-me dos que desesperavam-se dizendo que era preciso fazer uma poupança para custear sua velhice e seu enterro.

Esta irônica lição de viver que me deixou o pai, carrego comigo pela vida, e creiam-me : sempre lembro-me dele quando ouço falar dos lírios do campo.

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com;

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Em 1854 Surge o Carnaval Moderno

Em 1854 o Carnaval aconteceu em 28 de fevereiro.

Até então o que hoje conhecemos como Carnaval era o Entrudo, onde as pessoas se divertiam dentro das casas jogando umas nas outras limões de cera com água perfumada; e nas ruas talco; farinha e claro, os mais agressivos enchiam clisteres com a´gua, com urina, e jogavam até ovos uns nos outros. Uma brincadeira mmuito agressiva que desde 1830 o Governo tentava proibir.


Era este o Entrudo. Tradição que veio da Idade Média até aqueles tempos.

Mas naquele 28 de fevereiro de 1854 o Entrudo foi foi abolido.Proibido por Édito Imperial.

No seu lugar surgiram os carros alegóricos. Eram toscos aos olhos de hoje. Mas o povo já acorreu a ver o desfile.


Com o tempo Sociedades Carnavalescas foram criadas no Rio de Janeiro, como a "Fenianos", e os "Tenentes do Diabo". Na Bahia os "Democratas" entre outras.


O objetivo desta Sociedades era permitir que "cidadãos de bem",e moças de família pudessem brincar o Carnaval em seus bailes e nos desfiles que promoviam em vias públicas.

O que também não impedia verdadeiras batalhas campais, com muitos feridos entre as Sociedades, que por vezes se enfrentavam como as torcidas organizadas de hoje.

Com o surgimento do automóvel veio o Corso, desfile de beldades em carros abertos.


Até chegarmos ao requinte dos sambódromos segue uma grande história do Carnaval, que teria começado há seis mil anos com os egípcios.


Mas aí já é pre-história e eu sou um pouco mais novo. rrsrsrsrsrs

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com;

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Não Fique de Fora da Promoção "Somos Tão Jovens"


A Cia. De Teatro Atemporal te oferece a oportunidade de participar da Promoção "Somos Tão Jovens", a qual o vencedor será contemplado com um DVD Original e Lacrado do Filme "Somos Tão Jovens" (2013).

Não fique de fora desta GRANDE PROMOÇÃO!

Para participar, você deve conferir o Regulamento no link abaixo:


Criar uma frase de até 5 (cinco) linhas com as seguintes palavras:

CIA. DE TEATRO ATEMPORAL --- SOMOS TÃO JOVENS

Enviar a frase e os dados de sua inscrição para:

cia.deteatroatemporal@gmail.com

O autor da frase mais criativa receberá como prêmio um DVD do filme "Somos Tão Jovens"!

Participe agora! O resultado sai no dia 28/02/15.

Foto: Divulgação - Fox Film, Imagem Filmes

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O Médico Imaginário de Moliére

Moliére: enquanto a mulher procurava um médico para atendê-lo, ele morreu nos braços de um vizinho que ele odiava. Tuberculoso.

Hoje retomo a discussão levantada por Moliére, o autor francês de comédias, que considerava a Medicina uma Arte e não uma Ciência.

Na Grécia antiga o deus da Saúde era o mesmo da Música, era Apolo Phebo, o deus da Harmonia.

O que não deixa de ser hoje o princípio da homeopatia:saúde é harmonia.

Moliére considerava Arte porque achava que cada médico dava uma interpretação para a doença e para o tratamento de seu paciente. Logo, não seria uma ciência exata e sim uma ciência da área de Humanismo ligada aos conceitos de cada terapeuta.

Sou exemplo claro disto: em 2000 viajei com minha mulher por todo o Brasil. Usando meu carro. Passeamos por seis meses, e dirigi 22.000 km no total. Do Rio a Pelotas - RS e de lá a Belém - PA , e depois todo o Nordeste , e ao chegar em Salvador dois dedos da minha mão esquerda não obedeciam ao comando do cérebro. Não abriam e fechavam, e se o faziam era com imensa dificuldade.

Um distúrbio por causa das péssimas estradas do Brasil , onde eu tive que dirigir com as mãos tensas agarradas ao volante para manter o controle do carro.

Levado ao melhor Hospital de Salvador, à época, fui apresentado a um japonês que diziam ser o "cobra" em ortopedia, tendões etc. etc..

De saída ele condenou o dedo anular, dizendo que aquele estava perdido, e que só uma cirurgia do cotovelo à palma da mão poderia recuperar em parte os movimentos dele. Quanto ao dedo médio poderia ser salvo, com punções diárias a começar imediatamente

Eu disse a ele que ia pensar sobre o assunto, e fugi dali antes que ele estuprasse minha mão esquerda.

De volta ao hotel, conversei com Doia e ela me sugeriu colocar gelo, e fazer exercícios tamborilando os dedos.

Voltei ao Rio sacrificando apenas uma mão ao volante e fazendo exercícios. Meses depois não havia mais nenhum sintoma de lesão. E até hoje meus dedos funcionam muito bem. Doia que o diga.

Fico imaginando e sorrio de ironia quando penso que poderia estar com a mão e braço costurados e deformados com a excelente interpretação dada pelo médico "salvador" de Salvador.

De lá para cá ao menos uma dezena de médicos já tentaram de alguma forma me cortar, abrir, costurar, enfim invadir minhas entranhas - à época de Moliére o faziam com clisteres , vide "O Doente Imaginário" .

A estes sempre respondo com um "vou pensar"...

Meu primo morreu por causa do choque de uma anestesia; meu sogro por causa de septicemia de uma simples cirurgia de próstata com laparoscopia; e uma amiga por um simples cateterismo que virou enfarte.

Mas os médicos não deixam de ter suas razões e competências, por isso prometo a eles que "vou continuar pensando sobre o assunto"...rsrsrs

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com;

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Inscreva-se na Promoção "Somos Tão Jovens"


A Promoção "Somos Tão Jovens" continua, FIRME E FORTE! E você pode ganhar um DVD Original e Lacrado do Filme "Somos Tão Jovens" (2013).

Se você ainda não se inscreveu, inscreva-se agora nesta GRANDE PROMOÇÃO!

Para se inscrever, você deve conferir o Regulamento no link abaixo:


Criar uma frase de até 5 (cinco) linhas com as seguintes palavras:

CIA. DE TEATRO ATEMPORAL --- SOMOS TÃO JOVENS

Enviar a frase e os dados de sua inscrição para:

cia.deteatroatemporal@gmail.com

O autor da frase mais criativa receberá como prêmio um DVD do filme "Somos Tão Jovens"!

Participe agora! O resultado sai no dia 28/02/15.

Foto: PEDRO RIBEIRO/DIVULGAÇÃO

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Os Patrulheiros do Humor

Costinha hoje teria nas costas centenas de processos.

Está muito desagradável fazer humor hoje em dia.

O tal do "politicamente correto" aliado à intolerância enche o saco.

Esse "politicamente correto" é coisa inventada pelo puritanismo norteamericano.

Os ianques "politicamente corretos" deveriam também tratar de condenar a prisão de Gauntánamo, a invasão do Iraque, o cinquentenário bloqueio de Cuba, a Guerra no Afeganistão, o fracasso da invasão da Somália,a quase centena invasões e guerras imperialistas que os EEUU moveram nos últimos 120 anos ...

Mas como "macaco vê macaco faz", esse "correto" chegou ao Brasil.

Chegou em mão dupla: se por um lado temos os chatos sem senso de humor, por outro lado temos também os humoristas que copiam o modelo norteamericano de humor agressivo e ofensivo. Fazem um humor de humilhação e dissociado do humanismo que pauta o artistas.

Aí fica um prato cheio. Porrada de um lado e do outro.

A origem do nosso humor é latino, escatológico, cheio de palavrões, de sexualidade, demolidor, político, crítico dos costumes, do Poder e de qualquer tipo de rigidez.

Por exemplo: a rigidez de Malafaia é prato cheio para os humoristas. Se Malafaia não fosse tão rígido não fariam piadas com ele. Ou alguém faz piadas com os presbíteros das muitas igrejas de confissão protestante no Brasil?

Critica-se a rigidez, o incomum, o excêntrico, o bizarro em Malafaia, e o mais interessante: Malafaia ganha com isso, porque é falado, visto, comentado, torna-se personalidade integrada ao universo da Nação.

Morre um safado, um sujeito que lutou contra o povo e as causas populares a vida toda, que através de mumunhas só fez locupletar-se na criação de um ganancioso império comercial.

Acham que o humorista vai dizer: "Oh coitadinho, foi pro céu?".

O humor, o riso é a forma erótica, vital - sem falarmos do sexo - de superar a Morte.

Leio que um sujeito processa um humorista porque fez piada de português. As piadas de português fazem parte da nossa história e cultura.Foram uma forma de combater o colonialismo lusitano e ajudar na independência do Brasil. Continuam até hoje na memória nacional.

Mas aí vem um cidadão e com a democracia conquistada mete um processo babaca contra isso. Perde tempo o Juiz, perde tempo o humorista e perde tempo o lusófilo processante.

Espero que esse tempo passe e o brasileiro volte a contar suas piadas sem medo de ser feliz.

Ri quem acha graça, quem não acha condena a piada à des/graça.

Essa é a maior punição ao humorista: não rirem da sua piada.

O resto é falta de libido, falta de "savoir faire" como diriam os elegantes franceses, e não os desajeitados "cowboys".

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com;