segunda-feira, 16 de março de 2015

Mímica e Pantomima – Final

Chaplin, o maior dos pantomimos com seus filmes mudos. Usava também a mímica.

PANTOMIMA É A ARTE DA MÍMICA, DO MOVIMENTO CORPORAL QUE CONTA, OBJETIVAMENTE OS PORQUÊS DE UMA HISTÓRIA, COM PRINCÍPIO, MEIO E FIM...

Em Chaplin, Buster Keaton e Jaques Tati, encontramos a pantomima cinematográfica com sua gramática e técnica próprias da época.

Na dança, temos também o balé-pantomima, que procura contar objetivamente uma história.

Pantomima não é código nem idioma que se necessita aprender.

Tampouco é, através de gestos, expressões corporal e facial, tradução, imitação de palavras ou frases. A pantomima não imita nada. Cria.

Ela não tem sinônimos, portanto não pode ser sofista. Também não tem o direito, como certas palavras, livros e artes, de ser ambígua, incompreensível, subjetiva, complicada.

A pantomima tem por lei a OBJETIVIDADE, sem ser didática, chata.

- Então a pantomima é quadrada?

Não. Nem redonda ou retangular. É espiral e infinitamente dialética. Faz o espectador lembrar que tem cérebro. Que raciocina mesmo quando ri. Até quando sonha. Também quando chora.

PANTOMIMA É A SÍNTESE DOS PENSAMENTOS E DOS SENTIMENTOS.

Por isso, é que também no Brasil, a pantomima, como todas as Grandes Artes, é pouco conhecida.

Mas isso é outro assunto.

Escrito Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; entretenimento.r7.com;

Um comentário:

  1. Gosto da pantomima e concordo que ela "é a síntese dos pensamentos e dos sentimentos"...
    Beijo.

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