domingo, 4 de novembro de 2018

"Atribulado" Próximo Espetáculo da Cia. De Teatro Atemporal Estreia no Primeiro Semestre de 2019


Isso mesmo! "Atribulado" (poster acima) próximo espetáculo da Cia. De Teatro Atemporal estreia no primeiro semestre de 2019! Ainda sem data e local definido. O espetáculo é um monólogo inédito estrelado pelo ator Serginho Clemente, que disse que o espetáculo de fato apresentará ao publico uma outra dimensão de uma luta entre lados opostos na mente de um ser humano. Além disso o espetáculo promete admirar os espectadores com um texto muito inteligente e uma produção que num todo será muito bem arquitetada.

É esperar para ver!

Confira a sinopse oficial de "Atribulado":

Vivendo uma situação caótica em sua vida financeira, Clóvis (Serginho Clemente) precisa quitar uma dívida em menos de uma hora com um temível agiota. Caso a dívida não seja quitada, Clóvis será morto.

Sem ter como conseguir o dinheiro, o rapaz decide fazer um pacto, para que a toda a sua dívida seja quitada.

“Atribulado” é um monólogo simplesmente fantástico! Que lhe mostrará a que ponto chega uma pessoa atribulada com suas dívidas.

Aqui em nosso Blog e em nossa Página no Facebook.com/CiaAtemporal você irá acompanhar todas as novidades da produção, preparação e ingressos que serão postos a venda.

Fique ligado (a)!

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Cabe ‘A Mulher decidir Sobre Seu Corpo'


Quando se é criança o mundo tem uma magia toda especial. Cheiros, gostos, luzes... que irão se perdendo à medida em que nos tornamos adultos.

Não tenho prova científica mas afirmo que o olfato infantil, por exemplo, detecta odores que passam desapercebidos a nós adultos.

Pois foi nesta meninice, num subúrbio do Rio que meu olhar infantil viu, sonhando acordado, uma realidade diversa à dos adultos.

Tínhamos uma vizinha muito simpática. Generosa mesmo. Dona Eurídice. Um amor de criatura, para mim. Mãe de um amiguinho meu. Apenas um muro de um metro e pouco separava nossos quintais e jardins.

Dona Eurídice era uma santa para mim. Muito prestativa. Minha mãe me dizia que ela era uma parteira. E eu ficava maravilhado por saber que a mãe do meu amiguinho trazia bebês ao mundo.

Cresci , o mundo permaneceu o mesmo, mas meu olhar mudou. Vim perceber que a querida Dona Eurídice não era parteira coisa nenhuma, era “aborteira”. Procurada por mocinhas das mais diversas classes sociais que desejavam livrar-se, por várias razões, da vida que traziam no ventre.

Nem por isso Dona Eurídice deixou de ser para mim uma pessoa querida. Prefiro continuar a vê-la com meus olhos do menino de ontem , e a pensa-la hoje com meu juízo de adulto.

Dona Eurídice já partiu deste mundo, fez a sua parte. Mas centenas de mulheres continuam morrendo em todo o Brasil, todos os meses, pelas mãos de “parteiras” como Eurídice, e pela letra da Lei patriarcal, que nega tais mulheres à busca de soluções à margem da Sociedade, criminalizadas e correndo riscos .

Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; blogdobemvindo.blogspot.com.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

O Dedão

 

Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; blogdobemvindo.blogspot.com.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Quando Os Artistas Pagam Mico


Todo mundo paga mico. Sejam artistas ou não. Situação chata, constrangedora, que deixa a gente de saia justa, por assim dizer.

Hoje eu me lembrei de dois micos que passei com colegas de profissão.

Assistindo ao sucesso de Os Dez Mandamentos, e vendo o desempenho brilhante dos colegas, e também do nosso Ramsés Sérgio Marone, revivi na memória o mico que paguei com ele há alguns anos atrás.

Confesso a vocês que chega uma idade que são tantos nomes, e tantas novas celebridades, subcelebridades, e colegas de profissão que vão surgindo que não se consegue guardar ou entender todos eles. Pois foi assim entre eu e o Sérgio. Vendo-o numa mesa do restaurante, aproximei-me cumprimentei-o trocamos algumas palavras amistosas, disse-lhe que estava feliz por conhece-lo e me despedi dele dizendo:

- Foi um prazer estar contigo Bruno Marrone.

Isto já vão anos, e até hoje sinto vergonha pelo mico.

Mas parece que a questão de não conseguir saber, saber todos os nomes de colegas não é privilégio de maduros. Tirei esta dúvida com o mico pago pelo então iniciante Daniel Del Sarto.

Naquele tempo eu ainda estava na Globo e fui gravar com ele. Encontrei com ele no camarim e me apresentei:

-Muito prazer, Bemvindo.

E ele

- Obrigado!

- Não, cara, Bemvindo é meu nome!

Tenho a certeza de que o mico dele guinchou mais que o meu com o Marone. (Risos)

Por Bemvindo Sequeira

Colaboraram: Bemvindo Sequeira; blogdobemvindo.blogspot.com.br